Até que as Estrelas nos Separem

Naquela cidade tranquila vivia Agnes, uma jovem de coração sonhador. Ela não era única por carregar aquele nome, mas havia nela algo que a tornava especial. Entre os irmãos e a rotina da família, guardava em silêncio um segredo: seus olhos já se encantavam por um rapaz que vira algumas vezes, em lugares comuns, como se o destino estivesse sempre a brincar com eles.

Um dia, como se o universo tivesse conspirado, seus caminhos finalmente se cruzaram em uma praça tradicional da cidade. Ali, havia acabado de ser instalado um parque de diversões, iluminado por cores e risos, cenário perfeito para encontros que mudam vidas.

O rapaz chamava-se Tayler. Tinha uma estatura mediana, pouco mais de 1,67m, e passava grande parte dos dias imerso no mundo dos jogos virtuais. Mas, ao conhecer Agnes, algo dentro dele começou a mudar. Ela não apenas despertou sua atenção: despertou nele a vontade de viver além das telas, de construir algo que fosse real e duradouro.

Com o tempo, os dois descobriram que sonhavam juntos. E, embora falassem de casamento e família, sabiam que antes havia um caminho a ser trilhado. Prometeram, então, que terminariam os estudos, buscariam trabalhos dignos e, quando o momento certo chegasse, uniriam seus destinos.

Enquanto isso, seguiam lado a lado, regando seus planos com paciência e esperança. E cada olhar, cada gesto, cada riso compartilhado parecia sussurrar uma promessa: que até que as estrelas os separassem, viveriam unidos por aquele amor que nasceu de um simples encontro, mas que carregava o brilho do infinito.

Maria Caroline Silva Mascarenhas.

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